sexta-feira, 30 de outubro de 2009




Não, talvez... Ah, sei lá.


Se é crise ou não, se é medo ou não, eu mesmo estou pouco me importando... O que eu preciso agora é desabafar.

É sempre ruim sair da rotina do seu mundinho, é sempre chato ter que mudar o que já tá bom, até mesmo quando a mudança sirva pra melhorar.

Rotina.

Egoísmo!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

E eu realmente odeio falar sobre isso aqui

E pra deixar mais confuso ainda:

Numa conversa que envolvia biscoitos, show's, ônibus lotado e preocupação verdadeira, me foi laçada uma pergunta que me pegou de surpresa.
E se fosse o seu amor, você faria qualquer coisa? E vale salientar que o amor não refere-se apenas ao ser que te beija e coisas do tipo, o amor aqui escrito refere-se a tudo, viagens à Recife pra ver sua banda favorita, sua paixão mais antiga, um disco de vinil, enfim... Na hora minha reação foi de espanto, eu não disse um sim ou não, mas acho que minha cara quis dizer que sim.

Quando perguntas desse tipo me aparecem, eu lembro logo de um velho amigo que deu a seguinte explicação sobre esse sentimento:

" O amor faz vc pensar em tudo antes de fazer qualquer coisa, ele te faz pensar no agora e no futuro, pois esse pensar é o que não fará vc se arrepender."

Tirando o fator arrependimento, eu concordo com ele, é necessário um planejamento, uma noção de que se não fizer agora não quer dizer que não possamos fazer no futuro. Impulsividade é sempre bom, ora, se não fosse fosse o impulso eu não diria que amaria hj, mas sei lá, tudo não ficaria mais simples se parassemos pra pensar no presente e no futuro vez ou outra, não?

Divagando

E eu amo como jamais imaginei, meu medo por amar não é a possibilidade do fim chegar e sim a possibilidade de não amar mais, pelo menos esse era meu sentimento hj, amanhã eu já não sei.

Mas já que isto é uma das alienações abusivas de Hana, vou paradoxar.

Meu medo é do amor chegar ao fim tb, porém esse fim é o mais trágico possivel, meu medo é da morte vindo quando eu menos necessitar, seguindo um pensamento de Polanski, talvez, a morte e o amor andam juntos de uma maneira sádica e cruel, simples tb... triste.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Obssessivamente pensativa - Parte II

O amor pergunta à amizade:
- Para que tu serves?
A amizade responde: -
Sirvo para limpar as lágrimas que tu deixas cair.



Tô numa fase pseudo-romantica-trágica.



Qualquer inteiração que eu deseje, creio que não passa de ilusão, não romântica e sim de amizade, certas pessoas tendem a expurgar qualquer relação amigável por medo de que envolva o algo a mais que os impediram de ficar com aqueles que transmentiam sentimentos sinceros, talvez seja apenas desejo de não ter qualquer relacionamento, o cansaço em relação ao outro alguém é tanto que o desejo é nada mais, nada menos, que a repulsão do outro. Independente do que for eles acham que a amizade não pode se salvar e assim fazem aqueles que a desejam sofrerem.